Clínica Rio Neurologia, especialistas que trabalham juntos por você

Neurologia Especializada em Parkinson & Tremores

Atendimento fisioterapia para pacientes em reabilitação neurológica

Cuidado ao longo da jornada inteira

Na Clínica Rio Neurologia, atendemos todos os pacientes sob o mesmo teto:
  • Quem tem tremor e não sabe se é Parkinson, tremor essencial ou outra causa — e precisa de um diagnóstico diferencial preciso antes de qualquer rótulo.
  • Quem já tem diagnóstico de Parkinson e busca acompanhamento neurológico contínuo, não apenas uma consulta pontual.
  • Quem convive com outros distúrbios do movimento — distonias, ataxia, coreia, tiques — e precisa de um neurologista com experiência específica nessas condições, não apenas em neurologia geral.
Em todos os casos, o diagnóstico correto é só o começo. Fisioterapia e fonoaudiologia especializadas em distúrbios do movimento fazem parte do mesmo plano terapêutico, porque o ganho real de qualidade de vida vem da soma desses cuidados — e não apenas do ajuste da medicação.
 
A avaliação e o acompanhamento são conduzidos pela Dra. Bárbara Panichelli, neurologista com mestrado em Neurologia (UNIRIO) e 10 anos de experiência, especializada em Parkinson e demais distúrbios do movimento — incluindo experiência em cirurgia de Parkinson (DBS) para os casos em que a medicação isolada deixa de ser suficiente.
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Equipe integrada de atendimento neurologia fisioterapia e fonoaudiologia
Um time de especialistas para o cuidado do paciente Neurológico

Por que o cuidado multidisciplinar faz diferença?

Um neurologista isolado consegue diagnosticar e ajustar a medicação. O que ele não consegue, sozinho, é resolver tudo o que o Parkinson e os distúrbios do movimento afetam — o equilíbrio, a marcha, a voz, a deglutição. Por isso, na Clínica Rio Neurologia, cada paciente conta com uma equipe, não apenas com um médico.

  • Fisioterapia, a cargo da fisio Fernanda Mendes, trabalha equilíbrio, marcha e prevenção de quedas, um dos riscos mais sérios e mais evitáveis do Parkinson. É também o que sustenta, na prática, a autonomia que a medicação sozinha não garante.
  • Fonoaudiologia, a cargo da fono Cláudia Rossi, cuida da voz, da fala e da deglutição, frequentemente afetadas nesses quadros e raramente lembradas até que já estejam comprometendo o dia a dia.

O diferencial não é ter as três especialidades disponíveis — é elas funcionarem em conjunto. O que a fisioterapeuta observa no equilíbrio do paciente chega à neurologista. O que a fonoaudióloga nota na deglutição entra no plano terapêutico. Essa comunicação entre profissionais é o que evita o cuidado fragmentado — o problema mais comum de quem trata Parkinson ou tremor apenas com consultas isoladas e sem coordenação entre elas.

O resultado prático: menos tentativa e erro, decisões mais rápidas quando algo muda, e um plano que evolui com o paciente — não um conjunto de encaminhamentos que ele mesmo precisa juntar.

Perguntas frequentes sobre Parkinson e Tremores

É a área da neurologia dedicada ao diagnóstico e tratamento de condições que afetam o controle motor — como Parkinson, tremor essencial, distonias, ataxia, coreia e tiques. Exige experiência específica além da neurologia geral, já que essas condições podem se confundir entre si nos estágios iniciais.
O tremor essencial costuma aparecer durante o movimento (ao escrever, segurar objetos) e é a causa mais comum de tremor persistente — mais frequente que o Parkinson. O tremor do Parkinson tipicamente aparece em repouso e vem acompanhado de outros sinais, como lentidão de movimentos e rigidez. O diagnóstico diferencial preciso é feito pelo neurologista especialista.
Só a avaliação neurológica esclarece isso com segurança. Na consulta, analisamos quando o tremor aparece, onde, desde quando e o que piora ou melhora — informações que orientam o diagnóstico e afastam (ou confirmam) a suspeita de Parkinson.
Lentidão de movimentos, rigidez muscular, alterações de equilíbrio, mudanças na voz e na escrita, entre outros. O tremor é o sinal mais conhecido, mas nem sempre o primeiro a aparecer.
É contínuo, não pontual. A medicação é ajustada conforme a resposta e a evolução da doença, com reavaliações regulares e participação da família quando relevante.
Não. O ajuste da medicação é essencial, mas os melhores resultados vêm da combinação com fisioterapia e fonoaudiologia especializadas, que atuam sobre aspectos que a medicação sozinha não resolve — como equilíbrio, marcha, voz e deglutição.
Sim. Também avaliamos e acompanhamos distonias, ataxia, coreia e tiques, com a mesma lógica de diagnóstico diferencial cuidadoso e plano terapêutico coordenado.

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