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Estimulação Cerebral Profunda (DBS)

Cuidado ao longo da jornada inteira

Na Clínica Rio Neurologia, acompanhamos pacientes em três momentos diferentes da jornada do DBS — Estimulação Cerebral Profunda para Parkinson:
  • Quem já sabe que a cirurgia é o próximo passo e precisa de avaliação e acompanhamento cirúrgico.
  • Quem ainda não sabe se o DBS é indicado para o seu caso e busca uma avaliação clara, sem pressa.
  • Quem já operou — aqui ou em outro serviço — e sente que a estimulação poderia trazer mais resultado.
Em qualquer uma dessas fases, o resultado não depende apenas da programação feita pelo neurologista. Fisioterapia e fonoaudiologia especializadas em Parkinson fazem parte do mesmo plano terapêutico, antes e depois da cirurgia — o ganho real de qualidade de vida vem da soma desses cuidados, não de um ajuste isolado.
 
A avaliação e a programação são conduzidas pela Dra. Bárbara Panichelli, neurologista responsável por mais de 70 pacientes acompanhados em DBS desde 2019, com uso de reconstrução tridimensional do posicionamento dos eletrodos para ajustes de estimulação mais precisos.
Equipe integrada de atendimento neurologia fisioterapia e fonoaudiologia
Um time de especialistas para o cuidado do paciente Neurológico

Perguntas frequentes sobre DBS

É um procedimento cirúrgico que utiliza eletrodos implantados em áreas específicas do cérebro para modular a atividade neural envolvida nos sintomas motores do Parkinson. Não é uma cura, mas pode contribuir significativamente para o controle de sintomas como tremor, rigidez e flutuações motoras, quando indicado para o perfil certo de paciente.
A candidatura é avaliada individualmente, considerando o tempo e a resposta ao tratamento medicamentoso, o perfil de sintomas e a presença de flutuações motoras (períodos “on/off”). A avaliação é feita em conjunto com a equipe de neurocirurgia.
É exatamente para isso que existe a etapa de avaliação. Nela, analisamos histórico, resposta à medicação e expectativas do paciente e da família antes de qualquer indicação — sem pressa e sem compromisso com a cirurgia.
O neurocirurgião realiza o implante. O neurologista acompanha todo o restante: avaliação de candidatura, cirurgia (inclusive com o paciente acordado, quando indicado) e os ajustes de programação nos anos seguintes.
Não. A programação é essencial, mas os melhores resultados vêm da combinação com fisioterapia e fonoaudiologia especializadas em Parkinson, que dão suporte ao paciente antes e depois da cirurgia dentro do mesmo plano terapêutico.
Isso é comum e tem solução. O acompanhamento neurológico contínuo, com ajustes finos de programação, costuma trazer ganho real de qualidade de vida — mesmo para quem operou há mais tempo ou em outro serviço. Vale agendar uma reavaliação.
Sim. Pacientes em avaliação ou já operados contam com fisioterapia e fonoaudiologia especializadas em Parkinson, como parte do mesmo plano terapêutico — não como encaminhamentos isolados.
Não. O DBS não cura a Doença de Parkinson, mas pode contribuir para um melhor controle dos sintomas motores e mais qualidade de vida, quando indicado para o perfil certo de paciente.

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